Quem Somos

Karina Lima

Karina Lima

Fisioterapeuta

Acho importante contar um pouco da minha história para que você saiba como chegamos até aqui neste canal.
Sou fisioterapeuta há dezesseis anos e proprietária de uma clínica de Fisioterapia, reabilitação e pilates em Bauru-SP, especializada em tratamento das patologias da coluna.
Desde que me formei, tive interesse em me especializar na área de coluna, com inúmeros cursos feitos ao longo desses anos como; Osteopatia, Agulhamento Seco, Terapias manuais como TIQ (Terapia Instrumental Quiropráxica), Escola da Coluna da França, agora em 2016 fiz um curso de Ginástica Hipopressiva em Madri na Espanha, temos dezenas de curso de Estabilização da Coluna: Pilates Clínico, Pilates para Patologias da Coluna, exercícios de Estabilização com Estabilizer (biofeedback) e muitos outros específicos, são mais de 80 cursos até hoje e procuro me manter atualizada, pois sei que nunca alcançaremos a verdade absoluta nas nossas técnicas. Tudo sempre está em evolução.
Sempre trabalhei com consultas particulares; nunca quis trabalhar com convênios porque a minha escolha foi buscar o melhor resultado para o paciente e não o volume de pessoas que eu conseguiria atender.
O bom de trabalhar assim é que acabo sempre desenvolvendo uma relação mais próxima com meus pacientes e entendo melhor sua lesão. Ficar de duas a três vezes por semana ao lado do meu paciente, acaba estreitando os laços da relação fisioterapeuta – paciente.
Já são mais de dez anos estudando e me dedicando muito à reabilitação de coluna e também a entender a essência das patologias;
Eu queria muito descobrir o que havia por trás delas.

Sempre trabalhei com consultas particulares, nunca quis trabalhar com convênios porque a minha escolha foi buscar o melhor resultado para o paciente e não o volume de pessoas que eu conseguiria atender.

O bom de trabalhar assim é que acabo sempre desenvolvendo uma relação mais próxima com meus pacientes e entendo melhor sua lesão. Ficar de duas a três vezes por semana ao lado do meu paciente, acaba estreitando os laços da relação fisioterapeuta – paciente.
Já são mais de dez anos estudando e me dedicando muito à reabilitação de coluna e também a entender a essência das patologias;
Eu queria muito descobrir o que havia por trás delas.

Chamo vocês para refletir sobre o que digo agora!

A fisioterapia e a medicina, nesta última década, começaram a segmentar demais o ser humano, a dividi-lo em partes a serem tratadas. Isso tem dois lados. Por um lado, a vantagem de cada especialista poder avaliar e estudar a fundo a área escolhida. Por exemplo: fisioterapia especializada em joelho, ombro, em futebol, em gestantes, em ATM. Por outro lado, isso nos levou a esquecer do paciente como um todo, como ser humano completo. Esquecemos que cada parte do corpo trabalha integralmente coligada a outra. Nada, absolutamente nada no nosso corpo funciona sozinho.

Ao longo desses anos, atendendo muito de perto todos os meus pacientes, observei que os resultados dos tratamentos aplicados tinham reações diferentes em cada um. Uma mesma técnica gerava resultados diferentes em cada paciente. Por isso, minha busca de sempre procurar uma nova técnica para aquele paciente que não havia respondido tão bem àquele tratamento. Foi então que entendi que eu não poderia realizar uma técnica como verdade absoluta. Comecei então a desenvolver tratamentos que misturassem o que eu encontrei de melhor em cada técnica e a criar exercícios que chegassem na melhora mais rápida e eficiente do meu paciente. A notícia boa é que tive muito sucesso com esse sistema de tratamento.

Comecei a ir na direção contrária da segmentação do ser humano

E conto para vocês agora que a grande sacada de tudo foi que comecei a ir na direção contrária da segmentação do ser humano, como um joelho, um pé, um ombro ou mesmo uma coluna. E comecei a dar mais atenção para a causa da lesão do paciente.
A hérnia de disco, a protrusão discal, a discopatia degenerativa e todas as patologias (apenas nomes de patologias)
são consequências de uma causa primária. Está na hora de mudar esse conceito de tratar o nome da doença e passar a tratar a causa dela!

Quando esse conceito for seguido, estaremos mais saudáveis, nos alimentaremos melhor, faremos exercícios preventivos, respiraremos com mais calma; seremos mais felizes e vamos deixar um legado para as futuras gerações no que diz respeito a exercícios, patologias e suas curas.

Os desequilíbrios musculares em nosso corpo são as verdadeiras causas das patologias ortopédicas. Se a lesão não é traumática como acontece em um acidente, uma contusão no esporte, uma queda grave, ela tem início nos desequilíbrios musculares. Portanto, um
problema biomecânico, se resolve tratando a biomecânica do corpo e não com caixas de remédios apenas. É preciso agir diretamente na causa, reequilibrando novamente esses músculos; analisando nossos sentimentos, vícios e hábitos do dia a dia.

  • E como já se sabe, a população mundial continua se tornando cada vez mais sedentária;
  • A modernização nos trouxe inúmeros benefícios, mas também nos levou a um sedentarismo grave;
  • A falta de tempo, a preguiça de começar uma atividade ou a atividade escolhida que não satisfaz;
  • Esses são alguns motivos que nos levaram a escolher o sofá, depois de passarmos praticamente o dia todo sentado, seja no escritório ou no banco do carro.

E nesse momento tenho que falar algumas coisas que podem não te agradar tanto…

Provavelmente você esta na sua zona de conforto. Bom, se você elegeu ou indicaram a você uma caminhada como forma de atividade física, sinto muito, mas você não está realizando grandes feitos musculares. A caminhada é sim melhor do que o sofá, mas é uma atividade inerente ao corpo humano,
com pouco trabalho muscular. Se você joga bola aos sábados ou tênis às quintas feiras, também sinto muito: isso não irá te proteger de lesões e você deve conhecer alguém que se lesionou assim ou mesmo já pode ter se lesionado praticando atividades dessa forma. O que você precisa entender é que para jogar bola ou jogar tênis, você precisa preparar seu corpo. Um atleta não entra no campo ou na quadra e joga; existe uma preparação muito cuidadosa para realizar o que ele faz ali.

Bem, independente da sua experiência com atividades físicas ou com a falta dela, você precisa entender que o seu corpo age como
uma unidade funcional e ele precisa ser trabalhado dessa maneira. Os tratamentos de fisioterapia que incluem exclusivamente aparelhos de eletroterapia, os famosos choquinhos, ultrassom ou alongamentos com faixas, são limitados. Não é dessa maneira que você não vai tratar sua lesão porque são tentativas de tratar a consequência da dor. Precisamos devolver o comportamento natural do corpo.

E o meu trabalho entra aqui! É reorganizar o que seu corpo já teve um dia.!

Essa história de que a idade, necessariamente, tem que levar você a ter cada dia mais e mais dores, não é verdadeira. Essa é uma das maiores mentiras que nos contaram! Não é verdade que com o decorrer do tempo, temos que fazer cada vez menos atividades. Alguns pacientes chegam até mim praticamente imóveis, por causa das orientações como “não se abaixe, não erga os braços, não dobre os joelhos, não use escadas”. Eles dizem: “Não nos deixam fazer nada!”
Orientações erradas! Como disse logo acima, isso é tentativa de fazer algo com a causa.  “Se a senhora sente dores para subir as escadas, então não pode subir escadas”.
O que, acontece é que poucas pessoas se preocupam em querer saber a causa. E te garanto que essa história de “estou ficando velho” é a mais pura mentira! Você deixou seu corpo envelhecer por negligencia-lo, por tentar resolver uma dor com remédio, com fórmulas mágicas. Isso é se esconder da causa do problema, fazer-se de cego.

Mas a boa notícia é: nunca é tarde para abrir nossos olhos!

Fisioterapeuta Karina de Lima Dias – CREFITO: 31214-F